"Existe uma vela acesa, ao fundo da sala, um espelho que não espelha reflexos, uma mesa com timbres permanentes e uma ânsia pelo passo da haste do cronómetro. "


sábado, 28 de novembro de 2009

Embrenho!

Olho para a janela com estranheza,
Lá em baixo campos distantes, oscilantes,
Que brincam com minha incerteza.
Oh amor… meu amor,
Amor, que já não és mais meu!
Cuidei de conhecer a meia-noite,
Quando no céu a opacidade cedeu.

1 comentário:

Radamés disse...

gosto bue da tua forma de escrever emilia, a serio tem requinte esse teu vocabulario ahah