Oh maldito pranto, que tiveste que jorrar,
Neste quando tão gélido, nesta meia-noite tão só.
Ofega o vento aos meus pensamentos,
A suavidade do teu piano remoto
Que esgatanha o meu peito,
Vivo de te sentir, morto de te aguar.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

2 comentários:
lamúrios por cinzas serem cinzas.
sons ao longe sabem como saudade mal amada,
bem melhor te-los perto apertados contra o peito,
nossos e de mais ninguém.
Enviar um comentário