É como se o meu ser deixasse de existir,
Mas aqui permanecesse,
Na insignificância, no vão da negrura,
Gritando tumultuosos trechos de pranto.
Vai vento fá-las volutear,
Essas origens velhas do nosso amor desamparado,
Que em tempos já deu uma bela flor.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
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