"Existe uma vela acesa, ao fundo da sala, um espelho que não espelha reflexos, uma mesa com timbres permanentes e uma ânsia pelo passo da haste do cronómetro. "


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Lamúrios vindos do meu leito de cinzas

Oh maldito pranto, que tiveste que jorrar,
Neste quando tão gélido, nesta meia-noite tão só.
Ofega o vento aos meus pensamentos,
A suavidade do teu piano remoto
Que esgatanha o meu peito,
Vivo de te sentir, morto de te aguar.

2 comentários:

Lcego disse...

lamúrios por cinzas serem cinzas.

Luis Martino disse...

sons ao longe sabem como saudade mal amada,
bem melhor te-los perto apertados contra o peito,
nossos e de mais ninguém.