Abruptamente, o mar cospe as ondas sobre a areia,
Ondula, palpita, esmaece...
Absorvo um cigarro no parapeito da fresta,
Expondo o meu corpo inerte, ao sol;
Devoro o cheiro da maresia e bafejo as cinzas para o mar.
Anseio que te apresem nesse barco, que vai lá longe!
Tudo o que parte, há-de voltar.
domingo, 11 de outubro de 2009
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2 comentários:
Que algo volte ou que o vazio se preencha!
E o Serra fodeu o esquema do fumo!
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