Olhava de arredado pela janela,
As estrelas que já não posam mais em meus céus,
Sentia o rumorejar da noite,
Como se os lamentos fossem meus.
É verdade meu amor,
E o nosso dia que esgotou,
Resta-me saudade e melancolia,
Das memórias que não mais retorceram.
E tudo cessa, sem cessar,
Tudo pára em mim,
O mundo que gira, sem girar,
Como se sem tempo, tudo o fosse o fim.
Resta-me aguardar… aguardar até ver,
Céus perfeitos de negro e prateado, a romper.
sábado, 22 de novembro de 2008
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