
Levei meu corpo despido para as ruas,
Suspensa na madrugada,
Descobri-me na neblina,
Descobri-me por entre a precipitação e a frialdade,
Caminhando livremente.
Perguntavam-me se era demente,
Ofereciam-me um agasalho,
Apenas contestava tudo.
Sorria, e aquecia-me com o pranto,
Que gotejava pelo meu rosto,
Estava ali,
Parada, congelada, admitindo demente…
Pois jamais consigo ter frio, sem suplicar teu calor.
Suspensa na madrugada,
Descobri-me na neblina,
Descobri-me por entre a precipitação e a frialdade,
Caminhando livremente.
Perguntavam-me se era demente,
Ofereciam-me um agasalho,
Apenas contestava tudo.
Sorria, e aquecia-me com o pranto,
Que gotejava pelo meu rosto,
Estava ali,
Parada, congelada, admitindo demente…
Pois jamais consigo ter frio, sem suplicar teu calor.

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