Esticou-o do peito
E esvoaçou, para lado nenhum.
Apagou-se?
Ao partir o comprimido
(Para curar os males da sua enfermidade)
Deu de comer ao seu vício.
A manhã rasga o horizonte,
E os seus olhos ardem por um prato anavalhante.
Perde o seu fôlego, comprimido
pelo implacável destino.
Queimado vivo pela realidade, numa fogueira condenável.
O Universo expande-se, as galáxias afastam-se,
Estava escrito nas estrelas que a vida é efémera e não
indolente.


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