Eles saem, na noite vazia,
Numa rotina asfixiante e encolerizada
Como se fosse um ritual.
E caem, numa cratera escura,
Cegos pelo mito do desejo…
Os seus espíritos voam em silêncio,
E desaba o vazio dos seus corações.
Desaba o desespero…
… O desespero dos homens que perderam o seu juízo.
E eles vão, não marcham sós,
Procuram os seus caminhos, e o que há de mais frio neles:
O Amor.

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