A noite pede licença para embeber
Esta véspera tão funesta,
do embate dos nossos olhares.
Permaneço com lassidão
Em tão árdua utopia;
Moroso, enreda lá fora o vento
A desolação deste amor, que é o meu termo.
Amanhã não durarei muito mais.
por aqui fico,
"Existe uma vela acesa, ao fundo da sala, um espelho que não espelha reflexos, uma mesa com timbres permanentes e uma ânsia pelo passo da haste do cronómetro. "
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