É como se o meu ser deixasse de existir,
Mas aqui permanecesse,
Na insignificância, no vão da negrura,
Gritando tumultuosos trechos de pranto.
Vai vento fá-las volutear,
Essas origens velhas do nosso amor desamparado,
Que em tempos já deu uma bela flor.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Fumo
Abruptamente, o mar cospe as ondas sobre a areia,
Ondula, palpita, esmaece...
Absorvo um cigarro no parapeito da fresta,
Expondo o meu corpo inerte, ao sol;
Devoro o cheiro da maresia e bafejo as cinzas para o mar.
Anseio que te apresem nesse barco, que vai lá longe!
Tudo o que parte, há-de voltar.
Ondula, palpita, esmaece...
Absorvo um cigarro no parapeito da fresta,
Expondo o meu corpo inerte, ao sol;
Devoro o cheiro da maresia e bafejo as cinzas para o mar.
Anseio que te apresem nesse barco, que vai lá longe!
Tudo o que parte, há-de voltar.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Lamúrios vindos do meu leito de cinzas
Oh maldito pranto, que tiveste que jorrar,
Neste quando tão gélido, nesta meia-noite tão só.
Ofega o vento aos meus pensamentos,
A suavidade do teu piano remoto
Que esgatanha o meu peito,
Vivo de te sentir, morto de te aguar.
Neste quando tão gélido, nesta meia-noite tão só.
Ofega o vento aos meus pensamentos,
A suavidade do teu piano remoto
Que esgatanha o meu peito,
Vivo de te sentir, morto de te aguar.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Saída
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