
O pranto invade território alheio,
Enquanto eu grito para o desviar,
Oscilo para o escorraçar…
Que carência que eu tenho,
Do calor do seu seio,
Do alento dos seus braços,
Do timbre dos seus passos.
Fugis-te por calçadas e atalhos para aquém de mim,
Sem qualquer aviso…
Porque tiveste que partir sem me precautelar?
Enquanto eu grito para o desviar,
Oscilo para o escorraçar…
Que carência que eu tenho,
Do calor do seu seio,
Do alento dos seus braços,
Do timbre dos seus passos.
Fugis-te por calçadas e atalhos para aquém de mim,
Sem qualquer aviso…
Porque tiveste que partir sem me precautelar?

1 comentário:
bonito poema, como sempre :)
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