"Existe uma vela acesa, ao fundo da sala, um espelho que não espelha reflexos, uma mesa com timbres permanentes e uma ânsia pelo passo da haste do cronómetro. "


domingo, 9 de agosto de 2009

Saudades


O pranto invade território alheio,
Enquanto eu grito para o desviar,
Oscilo para o escorraçar…

Que carência que eu tenho,
Do calor do seu seio,
Do alento dos seus braços,
Do timbre dos seus passos.

Fugis-te por calçadas e atalhos para aquém de mim,
Sem qualquer aviso…
Porque tiveste que partir sem me precautelar?

1 comentário:

Rosie disse...

bonito poema, como sempre :)