
Voava pelos sublimes céus,
Enfadada criatura,
Faminta de amar, e fazer amor.
Ensonada despenhava-se,
Dentro da falta de matéria-prima.
Engolindo os sopros vazios,
Com sabor a sol.
Matando o seu próprio ser,
A enfadada criatura não queria jamais viver.
Obstruída deitou-se numa campa, até ao chegar de amanhã.
Enfadada criatura,
Faminta de amar, e fazer amor.
Ensonada despenhava-se,
Dentro da falta de matéria-prima.
Engolindo os sopros vazios,
Com sabor a sol.
Matando o seu próprio ser,
A enfadada criatura não queria jamais viver.
Obstruída deitou-se numa campa, até ao chegar de amanhã.

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