Fugi para longe da ponte, para longe da cidade…
Corri sem olhar para trás, corri para a frente,
Procurei por algo, procurei por mim,
Bati contra um muro, tropecei em gato preto.
Cai na agua da velha nascente,
Com meu corpo desnudo,
Corpo negro em aguas brancas,
Mente suja em aguas limpas,
Pensada inocência, na ferida que tanto dói.
Movi-me para fora das aguas,
De corpo lúcido e vivo,
Minha pele acesa pela luz do luar.
Cobrindo-me num manto de coroas-de-monge
Aquecido com calor de teu olhar.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
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