Desejo passear por entre campos laranja,
Desejo encontrar a cura para o meu vicio de ti.
Desejo que a tua mão se volte a unir com a minha,
e que fiquem entrelaçadas para todo o sempre.
Desejo tocar de novo na tua pele, e sentir os teus lábios secos, de beijos.
Tarde de Outubro, tarde que alaranjou,
e fez trazer à memoria as tardes secas de inverno, no refugio,
encontrado por logro.
O refugio da loucura, absolvido pelo som do teu respirar,
pela razão da nossa presença ali, e
pelas folhas secas, que caiam das árvores,
só para sentirem o toque da tua pele, enquanto estavas a dormir.
Hoje não caem mais folhas aqui,
deixaram de cair desde o dia em que partis-te,
até elas sentem o erro do teu ser.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
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