Tenho asas posso voar.
Voar e cuspir, o sabor que em minha boca deixas-te.
Deixar cair todas as memorias que me deste.
Olhar o mundo de cima, e ver se te encontro,
“Onde estás quando te quero e preciso de ti?”
Às vezes nunca estás.
O mundo é tão grande, mas consigo te sentir e cheirar,
Cheirar aquele perfume que usas-te no domingo passado,
O domingo em que fugis-te de mim.
Falta um pedaço do meu peito,
O pedaço que tu arrancas-te,
E que não queres devolver.
Aparece e entrega-mo,
Ou devolve-me as memorias e dá-me o sabor da tua boca.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
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1 comentário:
. . .
(so porque tinha de comentar mas nao sabia o que dizer. ha coisas que nos deixam assim, sem palavras)
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