Desejo passear por entre campos laranja,
Desejo encontrar a cura para o meu vicio de ti.
Desejo que a tua mão se volte a unir com a minha,
e que fiquem entrelaçadas para todo o sempre.
Desejo tocar de novo na tua pele, e sentir os teus lábios secos, de beijos.
Tarde de Outubro, tarde que alaranjou,
e fez trazer à memoria as tardes secas de inverno, no refugio,
encontrado por logro.
O refugio da loucura, absolvido pelo som do teu respirar,
pela razão da nossa presença ali, e
pelas folhas secas, que caiam das árvores,
só para sentirem o toque da tua pele, enquanto estavas a dormir.
Hoje não caem mais folhas aqui,
deixaram de cair desde o dia em que partis-te,
até elas sentem o erro do teu ser.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
As asas que me deste,
Tenho asas posso voar.
Voar e cuspir, o sabor que em minha boca deixas-te.
Deixar cair todas as memorias que me deste.
Olhar o mundo de cima, e ver se te encontro,
“Onde estás quando te quero e preciso de ti?”
Às vezes nunca estás.
O mundo é tão grande, mas consigo te sentir e cheirar,
Cheirar aquele perfume que usas-te no domingo passado,
O domingo em que fugis-te de mim.
Falta um pedaço do meu peito,
O pedaço que tu arrancas-te,
E que não queres devolver.
Aparece e entrega-mo,
Ou devolve-me as memorias e dá-me o sabor da tua boca.
Voar e cuspir, o sabor que em minha boca deixas-te.
Deixar cair todas as memorias que me deste.
Olhar o mundo de cima, e ver se te encontro,
“Onde estás quando te quero e preciso de ti?”
Às vezes nunca estás.
O mundo é tão grande, mas consigo te sentir e cheirar,
Cheirar aquele perfume que usas-te no domingo passado,
O domingo em que fugis-te de mim.
Falta um pedaço do meu peito,
O pedaço que tu arrancas-te,
E que não queres devolver.
Aparece e entrega-mo,
Ou devolve-me as memorias e dá-me o sabor da tua boca.
Inacreditável
Eu chorei, tu choras-te;
Eu falei, tu falas-te;
Eu sorri, tu sorris-te;
É inacreditável meu amor,
és a imagem do outro lado do espelho.
Exultas-me.
Criatura magnifica, meu facho de noite escura,
por ti dou minha vida.
Esta noite meus lábios estão roxos, minhas mãos frias,
deita-te a meu lado à beira da lagoa azul,
aqui não haverá mais lágrimas, apenas sorrisos eternos,
marcados na presença do meu segundo ser.
Eu falei, tu falas-te;
Eu sorri, tu sorris-te;
É inacreditável meu amor,
és a imagem do outro lado do espelho.
Exultas-me.
Criatura magnifica, meu facho de noite escura,
por ti dou minha vida.
Esta noite meus lábios estão roxos, minhas mãos frias,
deita-te a meu lado à beira da lagoa azul,
aqui não haverá mais lágrimas, apenas sorrisos eternos,
marcados na presença do meu segundo ser.
Etiquetas:
espelho,
lágrimas,
segundo ser,
sorrisos eternos
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Meu amor impossivel,
Que miragem linda tenho daqui,
seus olhos, voz, gestos, me encantam.
Sou seu objecto e ele meu feiticeiro,
Cada seu gesto me controla, e manipula,
sem que se aperceba.
Silenciosamente, esta ilusão me consome.
Poder, ele tem sobre mim, meu amor impossível.
Tenho-te sem te poder ter, e desejo-te cada vez mais.
Consumo-te sem te consumir, sou teu objecto, possui-me...
seus olhos, voz, gestos, me encantam.
Sou seu objecto e ele meu feiticeiro,
Cada seu gesto me controla, e manipula,
sem que se aperceba.
Silenciosamente, esta ilusão me consome.
Poder, ele tem sobre mim, meu amor impossível.
Tenho-te sem te poder ter, e desejo-te cada vez mais.
Consumo-te sem te consumir, sou teu objecto, possui-me...
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
silêncio...
Silêncio,
há tanto silêncio aqui,
só oiço meus pensamentos,
pensamentos confusos e vulgares.
pensamentos de uma cabeça cheia,
que não consegue encontrar respostas.
mas não se encontram respostas no silencio?
talvez, sim.. não sei.
silêncio, este silêncio devido à necessidade de toque humano,
faço silêncio, à espera de te ouvir chegar,
faço silêncio para conseguir ouvir-te a me tocar.
faço silêncio à espera que tudo isto aconteça,
faço silêncio...
não tenho conta das noites que se passaram,
não tenho conta dos dias que correram,
sem comer, sem dormir, apenas a fazer silêncio para te consguir ouvir
há tanto silêncio aqui,
só oiço meus pensamentos,
pensamentos confusos e vulgares.
pensamentos de uma cabeça cheia,
que não consegue encontrar respostas.
mas não se encontram respostas no silencio?
talvez, sim.. não sei.
silêncio, este silêncio devido à necessidade de toque humano,
faço silêncio, à espera de te ouvir chegar,
faço silêncio para conseguir ouvir-te a me tocar.
faço silêncio à espera que tudo isto aconteça,
faço silêncio...
não tenho conta das noites que se passaram,
não tenho conta dos dias que correram,
sem comer, sem dormir, apenas a fazer silêncio para te consguir ouvir
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