Balouço como um infante,
No balancé do submundo.
Ofego de um pranto assombrado,
Porque hoje já não sou criança.
O Destino nunca me reconheceu como seu fruto,
Pois o olhar sempre me foi cego.
E o Tempo, esse me baptizou como incógnita,
Como se baptiza um quadro truncado, sem nome e sem autor.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Subscrever:
Comentários (Atom)
