Perdoai minha alma não divina,
Que o muito é sombria...
Perdoai as sombras que transporto em mim.
Perdoai a minha calamidade,
Minha indelicadeza, e meus pecados.
Perdoai-me enfim, a mim.
Colhei minha vaidade não digna,
E cantai-me os sonetos lá da Noite.
domingo, 18 de abril de 2010
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