Perdoai minha alma não divina,
Que o muito é sombria...
Perdoai as sombras que transporto em mim.
Perdoai a minha calamidade,
Minha indelicadeza, e meus pecados.
Perdoai-me enfim, a mim.
Colhei minha vaidade não digna,
E cantai-me os sonetos lá da Noite.
domingo, 18 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
(Pro)Cura

Por que marés navegas, ó encanto?
Por que ventos te evaporas?
Por quanto tempo mais demoras?
Não mais canto...
Foges por aí, nua... ó Noite.
Livre e perdida em braços alheios.
Olhares soltos pela janela.
Ambiciono tanto, deliro, elouqueço, estremeço...
...Alucino em traçar seus contornos nus, irascívelmente.
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