
Sentado num banco, do outro lado da estrada,
Transporta consigo livros de poesia, luares vazios, utopia
Dá-me a mão destemido Romeu,
Romeu que não caiu, e a meu lado perdurou…
Os nossos pés dispersam-se, quase que deslizam pelo chão.
Quando eu agarro a sua garra, o piano toca a melodia,
E suas notas, tocam, tocam no meu olhar,
Como suas palavras, o seu toque, o seu bafo, o seu respirar…
E por fim o seu beijo, a sua forma de manifestar o cear, o consumir.
O dia é noite, ou a noite nunca foi dia?

1 comentário:
momento a dois
LY
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