
Acordar com o soprar, da leve brisa leve.
Sinto uma livre mariposa,
Caída em meus lábios,
Via-me dormir, talvez
Não sei, não saberei.
Sinto o corpo molhado,
Por dormir no chão borrifado pela chuva.
O céu parado, palpável.
O ar, que sugo com os lábios,
Quase como perfume
É caramelo, que chupo!



