Como podeis reconhecer o oculto,
A nossa origem, a nossa meta?
Reconhecer o que pretende ser cógnito,
O que pretende ser descoberto,
E não mais se encobre na escuridão?
Como podeis caminhar com essa venda nos olhos?
Como podeis mergulhar nessa cegueira tão profunda?
Perdurar, aí, nesses braços tão frios e negrumes?
Como podeis?
Podereis?
