"Fumo leve que foge entre os meus dedos",
Assim era antes do relógio bater,
Antes da meia-noite alvorecer.
Ó noite,
Guarde compaixão, não revele segredos,
E estenda ao rio os seus grandiosos dedos.
Bebo impaciente,
A saliva que cai dos seus lábios soberbos.
Não escutais a melodia daquele que é pagão,
Ignorai a voz do coração, e fumai até morrer,
Mas não ignorai a chegada do anoitecer.
